sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Com a Palavra...

AYÊSKA PAULAFREITAS

1) Por que você escreve?

Escrevo por uma necessidade premente de me expressar, de libertar meus demônios; escrevo porque personagens se impõem e me obrigam a lhes dar voz; escrevo pra não enlouquecer. Mas também escrevo textos que não são artísticos – os mais difíceis - e, para estes, é preciso muita atenção e disciplina.

2) O que você gostaria de escrever e por quê?


Gostaria de escrever a biografia de um artista da música que admire. Primeiro, porque acho o trabalho de pesquisa fascinante; segundo, já tive uma experiência em romance de formação que foi muito prazerosa; terceiro, porque acho que a música é um segmento da arte que não encontra páreo: em sua linguagem universal, provoca vários sentidos e muita emoção.


AYÊSKA PAULAFREITAS é professora, ensaísta, poetisa e contista. Autora de livros infantis como Uma casa na varanda (prêmio Monteiro Lobato da Academia brasileira de Letras, 1987). Escreveu em co-parceria com Júlio Lobo o romance, Glauber – a conquista de um sonho e vários trabalhos na área de literatura e comunicação. Trecho extraído de “O que será de nós com tantos nós?”, conto publicado no livro Não deu tempo pra maquiagem (Secretaria de Cultura e Turismo e da Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2006).

2 comentários:

ângela vilma disse...

Ayêska, gostaria muito de conhecer o seu romance sobre Glauber... Abraços.

SANDRO ORNELLAS disse...

Legal, Ayêska, essa história de escrever textos não-ficcionais ser uma outra cara do ato da escrita, e, concordo, não menos nobre.